Nada como o dia dos namorados para falar como é sair com americanos.



Bom, estou em Seattle há um mês e alguns dias e já sai com 5, isso mesmo cinco caras. Essa vida é muito curta, esse programa de Au Pair passa rápido e a gente precisa saber aproveitar!

Quem me segue no @dearbabi_  acompanha em tempo real o que acontece nos meus dates. Quero dizer, mais ou menos. Às vezes eu consigo gravar alguma coisa no meio do date, outras vezes eu falo quando chego em casa ou no dia seguinte. O negócio meus amores, é que americano realmente é um bicho muito estranho. Eles são cheios de "regras". Pra começar, se você sair com um cara a noite pra beber ou sei lá pra quê, não fique esperançosa para receber um beijão daqueles que a gente vê nos filmes. Por que não vai acontecer! Já sai sabendo que vai voltar pra casa sem beijo. Ou, você pode ganhar um selinho, OU você pode ser muito sortuda e achar um cara que beije de LÍNGUA no primeiro encontro. Mas é muito difícil acontecer. Não vou dizer que não acontece, por que acontece sim, mas não é muito comum...

Outro ponto é que ELES que têm que mandar a mensagem no dia seguinte. Você se arruma toda, coloca sua melhor calcinha e sutiã, bate a gilete na parede no banho, não ganha beijo e ainda tem que esperar o cara se manifestar NO DIA SEGUINTE. Por que não dá pra mandar mensagem no mesmo dia, tem que esperar pra mandar no outro dia. 
E como eu já sai com cinco, eu sei muito bem o que estou dizendo. HAHA

Primeiro date:

Conheci ele no OkCupid enquanto ainda estava no Brasil. Conversávamos TODOS os dias e todas as horas. Ele era super carinhoso, fofo e maravilhoso. Eu já tinha sonhado um relacionamento incrível para nós dois nesses anos que passarei por aqui. Fazíamos skype e o lindo contava como date, eu achava o máximo! Finalmente cheguei em Seattle e uma semana depois nos encontramos. Eu não queria encontrá-lo naquele dia pois eu estava sem voz, gripada, e com muita homesick. Mas ele como sempre foi um amorzinho e disse que estaria aqui por mim e que se eu quisesse podia chorar no ombro dele. Ok, saímos. Ele veio me buscar a tarde e fomos comer pizza perto do Space Needle. Ele pegou na minha mão e andamos de mãos dadas o tempo inteiro! Estava tudo maravilhoso! Fomos no Kerry Park e a vista é sensacional! Faltou só o beijão. 
Decidimos passear e voltamos para onde ele tinha estacionado o carro, ele me abraçou ( detalhe o cara tem 1.90! Tava apaixonada só na altura! Amo homem alto) e me deu um selinho. Entramos no carro e o fofo disse que estava com saudade da cachorra dele e que não queria deixá-la sozinha e que ia me levar pra casa. 
Amores, o cara dirigiu por mais de 1 hora pra encontrar, não ficamos nem 2 horas direito juntos, ele me deu um selinho, chamou de beijo e me levou embora. Taurina e dramática que sou, fiz um bico imenso e não quis falar com ele o caminho de volta pra casa. Fiquei inconformada com a forma que ele terminou nosso encontro que estava o máximo. Ele explicou que os encontros aqui são assim mesmo, duram 1 hora e o nosso tava com 1 hora a mais. Mandei um textão falando que não entendi nada e tals e nunca mais nos falamos direito.. terminamos nosso romance por que o choque da diferença de cultura foi maior que tudo o que a gente já tinha "passado". 

Bola pra frente.

Duas horas depois eu estava indo encontrar um italiano do Tinder no Starbucks perto de casa. Ele já tinha morado por aqui e sabia exatamente onde me levar. 

Segundo date:

O italiano, duas horas depois da catástrofe do primeiro. HAHA Como eu disse, a vida é curta e o programa também.
Ele foi super paciente com meu inglês, fomos num restaurante Tailandês e depois pra casa dele. Assistimos um filme em Francês com a legenda em inglês e eu não entendi bosta nenhuma, até que finalmente alguém nesse país resolveu usar a língua. 
Já tive experiência com europeu antes e posso dizer que eles mandam bem! Nem preciso escrever o que aconteceu né mores? Usem a imaginação!

Terceiro date:

Também conheci ele no Okcupid, porém, como o lance com o primeiro date tava indo bem eu resolvi desativar minha conta. Chegando aqui eu baixei o Tinder e achei ele lá e voltamos a conversar.
Saímos uma semana depois do meu primeiro e segundo encontro. Ele é americano, tem a minha altura, olhos azuis, mas não sei, não sinto muita química com ele apesar de já termos saído 2 vezes. 
Eu fui de Uber encontrar com ele em um bar chamado Matador, por que segundo ele, lá tinha caipirinha, e tem mesmo! Ele também, assim como os outros dois, foi super paciente com meu inglês, conversamos bastante, mas mais sobre esportes do que outra coisa. Depois de umas 3 caipirinhas fomos caçar uma pizzaria. Ele me explicou mais ou menos como os dates aqui funcionam e que com certeza me mandaria uma mensagem no dia seguinte. Quando ele foi me levar em casa, rolou beijo e de língua! Ou seja, americano, beijou de língua e mandou mensagem no dia seguinte. O que isso quer dizer? Que ele gostou mesmo! HAHA 
Na segunda vez que saímos fomos beber cerveja, ele foi me mostrar as cervejas que ele gosta de beber por aqui, e já surgiu papo de namoro. Ele explicou que por aqui eles saem umas 3 ou 4 vezes e e já conversam sobre se vão ou não namorar. E no nosso segundo encontro já rolou essa conversa. Achei precipitado até por que ele só me mandava mensagem do tipo "espero que você tenha tido um ótimo dia". Como vou namorar alguém que nem pergunta sobre meu dia? Complicado né, e fora que eu já citei que não sinto muita química com ele. Mas apesar de tudo, ele continua firme e forte me chamando para um terceiro encontro e eu to aqui só enrolando..

Quarto date:

Foi num fim de semana que eu trabalhei sábado, então saímos domingo. Na verdade eu já tinha até esquecido que tinha esse date. Ele é mais alto que eu, olhos escuros, cabelo castanho, Eu particularmente acho ele bonito! Me levou para ver uma das praias aqui de Seattle, e gente! A vista é maravilhosa! Super ponto positivo para ele. 
Assim como todos os outros, ele também foi paciente comigo na hora de conversar. Falava de vagar e entendia o que eu estava dizendo, ou pelo menos, tentando. 
Depois do passeio pela praia, ele me levou pro apartamento dele. Rolou umas pegações e claro, beijo de língua! Mas senti no início que ele tava nervoso, eu juro por Deus que a mão dele tava tremendo. Não rolou sexo que nem com o italiano, mas agradei como pude. E depois fiquei super preocupada se sairíamos de novo ou não, por que infelizmente mulher não pode fazer nada prazeroso em primeiro encontro que já é puta né... Mas já nos vimos de novo. 
Ele não mandou mensagem no dia seguinte, eu que mandei, mas depois ele foi mandando.

Quinto date:

Começamos a conversar pelo Tinder um pouco depois do meu primeiro encontro. Eu estava super puta e acabei contando tudo pra ele sobre a minha indignação com os americanos. Depois disso a gente passou a conversar todos os dias! Inclusive ele me ligava e às vezes passávamos horas no telefone. Depois de muita enrolação (entre esse meio tempo de conversa eu tive meu segundo date com terceiro date [nossa haha] e o meu quarto date). Ele sabia do meu primeiro e terceiro date. O encontro com o italiano e o quarto encontro eu não contei. 
Finalmente o dia de nos encontrarmos chegou! Ele tinha planejado um dia inteiro comigo mas aí só apareceu depois de 1 hora da tarde falando que ainda estava trabalhando. 4:30 ele mandou uma mensagem que deu a entender pelo menos pra mim que ele tava vindo, me arrumei e o lindo só apareceu 7:30.
Eu já estava muitooooooo puta com ele e quando eu saio puta normalmente nunca volto feliz, sempre volto mais puta ainda e foi o que aconteceu. Apesar dele ter trazido flores e chocolate, ele é uns 2cm menor que eu, no restaurante onde jantamos ele estava de frente pra TV e olhava mais pra ela do que pra mim. Tínhamos combinado de assistir o filme da Múmia mas o lindo não tava com cartão de crédito pra pagar estacionamento, nisso eu já estava sentindo ele um pouco distante, ele não era nem um terço do que ele é pelo telefone. O que já estava me deixando mais brava ainda. Fomos num shopping que o estacionamento é free. Ele andava na minha frente, não falava muito então decidi perguntar se ele queria estar ali ou ir embora e decidimos ir embora. Ele tentou se explicar, eu chamei ele pra ir pra um motel pra gente tentar se conhecer e ele fazer cafuné em mim, por que eu tinha pedido isso pra ele há um tempo atrás haha. Mas ele recusou! Se gabou tanto que beijava de língua e bem, que beijou minha bochecha e foi embora. 

Então gente, dois beijaram e dois não beijaram por que o outro é italiano e europeu não conta né. 
Só não mantive contato com o primeiro date e o italiano, os outros eu ainda converso por texto ou por snapchat. 
Foram dates completamente diferentes, uns terminaram bem outros não. Uns beijaram e outros não. Então, a única dica que eu posso dar é: vai sem expectativa de nada. Por que o que vier é lucro. Todos foram pacientes, estavam cientes de que eu não sou uma falante ainda, estou em processo de aprendizagem. Ahhh, ouço muito falarem que eles são mãos de vaca, mas não comigo, eu não gastei nada ainda com date. Eles vem, me buscam, pagam minhas cervejas, caipirinhas, pizzas, e me levam pra casa sã e salva. Eu particularmente NÃO me importo de pagarem a minha conta, pelo contrário, bom que economizo pra viajar. Mas tem mulher que não gosta. Ai vai de cada um. 

Baixem o Tinder, dê uma chance pros americanos e pra você mesma de viver essa experiência e vai na fé, vai ser feliz! É super diferente e divertido você sair com alguém que não fala a sua língua. Continuo aqui na minha busca por um mozão, mas enquanto ele não aparece a gente vai dando chances e se divertindo um pouco. Essa vida de Au Pair às vezes é tão estressante e cansativa, que dar umas fugidas é relaxante.


E oh, pelo amor de Jesus, usem camisinha!


Com amor,
Babi


Viajar com a HF é um assunto de 8 ou 80 entre as Au Pairs; há quem goste e quem odeie.

Estou há três semanas com eles e fizemos uma pequena trip para Walla Walla no feriado do "Memorial Day". 
São 4/5 horas de carro de Seattle. A paisagem é sensacional de linda! Walla Walla é uma cidade pequena e repleta de casas de vinhos. Os vinhos são fabricados lá mesmo, o que é mais legal.

Fizemos um tour por várias casas de vinho, (que eu não sei se é assim que se chama, mas é assim que eu to chamando) provamos muitos vinhos, meus hostos e os amigos compraram muita raça de vinho e as crianças se divertiram. Então foi uma viagem positiva. Todo mundo saiu ganhando.

Meus hostos e alguns amigos, alugaram uma casa na cidade e ao total éramos: 7 adultos e 6 crianças. 
Eu fiquei com um quarto só pra mim no andar de baixo, longe de todo mundo, o que foi maravilhoso pois tive muita privacidade. 
Na estrada, a caminho da cidade, a playlist que tocou no carro foi maravilhosa; Coldplay, Maroon 5, U2, Snow Patrol entre tantas e outras bandas que eu gosto estavam na nossa trilha sonora. Até as músicas indianas que eles escolheram eu gostei. 
Fizemos uma parada depois de longas horas dirigindo para jantar, e eu preciso comentar: comi tentáculo de lula achando que era cebola empanda. Gente, HAHAHA sem condições pra mim aqui nesse país... e pensar que no Brasil eu pedia pra minha mãe não colocar milho no strogonoff, aqui como até lula.

Chegamos bem tarde, por volta das 11 p.m quase meia noite. 
No dia seguinte, sexta-feira, passamos o dia inteiro experimentando vinhos. O que foi divertido por um tempo, por que depois Au Pair tem que trabalhar. Eles passaram o dia todo bebendo vinho e as crianças assistindo Netflix no celular por que não tinha muito o que fazer. No sábado foi um pouco mais diferente. Fomos beber mais vinhos, porém, fizemos um piquenique super divertido e tinha um local para as crianças brincarem, e detalhe, eu estava off no sábado! Ou seja? Bebi os vinhos Rosê tudinho.

Domingo fomos para uma outra cidade experimentar mais vinhos e depois numa casa de chocolate com cereja. Gastei uns 30 dólares com chocolate por que dinheiro bem gasto é dinheiro com comida. 
E finalmente voltamos pra casa.

Resumão da viagem: vinho.

Eu particularmente gostei muito de viajar com a minha HF, eles sempre se preocupam se eu to bem, se eu quero alguma coisa. Respeitam meu espaço e minha privacidade e pude beber os vinhos. Apesar de preferir uma cervejinha, valeu muito a experiência  e a viagem. 
Não deixem de fazer as coisas com a sua HF por que você leu em algum lugar que não valia a pena. Vai. Faz. Se gostar repete, se não gostar e eles te derem a escolha de não ir, não vai, é direito seu não ir. O importante desse intercâmbio é explorar ao máximo que você conseguir. 

















Meu schedule é bem tranquilo, porém, no verão as coisas irão mudar!

De segunda a sexta eu acordo às 7:00 a.m e dirijo a mais velha ou a mais nova para a escola. Isso entre às 7 e às 9 a.m. Depois disso estou free até às 2 p.m. quando tenho que ir buscar a mais velha e em seguida a mais nova e fico com elas brincando em casa ou em parques até o horário da janta. Depois da janta estou livre. E meus finais de semana são off. 

Então tem sido muito tranquilo essas primeiras semanas, nada muito pesado. Mas quando dá 9 da noite eu já estou morta com farofa e apago legal. Mesmo com poucas horas de serviço, brincar e entreter duas crianças de 3 e 7 anos é exaustivo. Elas têm energias para dar e vender. Mas sempre variamos as brincadeiras;
Pique-esconde, desenho/colorir, ir ao parque, brincar no jardim... normalmente elas quem escolhem as brincadeiras, eu só aceito. 
Como a diferença de idade é de 4 anos, às vezes há um conflito de ideias então a gente combina de brincar um pouco do que a mais nova quer e depois é a vez da mais velha escolher. 

Meus deveres além de passar o tempo com as meninas, é de sempre manter o quarto e a área de jogos delas arrumados, guardar a louça e a laundry das kids. 
Tenho a liberdade de usar o carro e ir para onde eu quiser no meu tempo livre. Menos quando saio a noite para beber, aí eu uso uber ou carona. 

É tudo bem tranquilo por aqui, quando chega fim de semana as meninas precisam pedir minha permissão para brincar ou fazer alguma atividade comigo. 
Normalmente eles saem para brincarem com as kids fora de casa e eu vou fazer minhas baguncinhas HAHA.
Nesse próximo fim de semana vamos para um tripzinha aqui em WA mesmo. Vamos para uma casa de vinhos. Sairemos quinta a noite e voltaremos na segunda ou terça. Não tenho certeza. Também não sou obrigada a ir, se eu quiser eu posso ficar, mas eu quero ir. Desde que cheguei ainda não passei nenhum fim de semana com eles, então acho que será legal e divertido passar esse tempo com eles fora de casa. Não sei ainda se aceitando eu irei pra trabalhar ou pra curtir. Vamos descobrir. Mas de qualquer forma, acredito eu, que mesmo que seja para trabalhar. não será nada muito exagerado.

Mas esse pãozinho com mel vai acabar no verão quando as kids têm 10 semanas em casa direto. Então Giovana, segura esse forninho!

[NOVIDADE FRESQUINHA E DELICIOSA!!! COMPREI ONTEM MEU INGRESSO PARA IR AO SHOW DO GREEN DAY!! TO MAIS FELIZ QUE PINTO NO LIXO POR QUE EU AMO DEMAIS ESSA BANDA! VAI SER UM SONHO ADOLESCENTE REALIZADO, NEM TO ACREDITANDO!!!! PRECISO ESCREVER EM CAIXA ALTA PRA VOCÊS ENTENDEREM MELHOR A MINHA FELICIDADE HAHAAH BJÃO]

Até o próximo post.

Com amor,
Babi



Hoje, sexta-feira dia 19 de maio faz duas semanas que estou com a minha HF. 
Vou contar um pouquinho como está sendo a minha rotina e tudo que já aconteceu.

Como eu contei nos posts anteriores, minha estadia na escola de treinamento da CC não foi das melhores. 
Chegamos perto das 11 horas da noite da quinta-feira do Tour em NYC e às 5:30 da manhã tínhamos que estar descendo para pegar o bus às 6h sendo que o meu voo era só 11h HAHA. Nem vou dizer que fiquei puta...

Pra começar eu esqueci de esvaziar a garrafinha de água e não pode entrar na parte do embarque com líquido algum. No Brasil, há dezenas de pessoas trabalhando nos aeroportos fazendo tudo por você, aqui nos EUA ninguém faz nada por você não. Se vira meu filho! 
Esqueci de tirar meu notebook da carry on e tive um mega problema com a garrafinha e o notebook. Tive que sair, jogar a água no lixo, voltar pra fila, fazer tudo de novo e enfim ir para a sala de embarque. 

Eu estava com a Alessandra, que também é BR e também veio para Seattle. 
Sentamos na nossa área de embarque e lá ficamos até sermos chamadas. 
Foi aí que eu descobri que podia usar o wifi por meia hora de graça. Pobreza mil naquele aeroporto. 

Fiquei conversando com meu date, que eu acho que já comentei que teria um encontro quando chegasse nos EUA.
Quando enfim entrei no avião, meu coração disparou e eu fiquei com uma puta dor de barriga! Era nervoso, ansiedade, era um milhão de coisas passando na minha cabeça. Naquele momento a ficha caiu de que eu estava indo para uma família que eu nunca vi além de skypes e que não estava de férias.
Pensei um monte de coisas negativas relacionadas a mim e as meninas e tentei dormir as cinco horas e poucas de voo.
Demoramos mais de uma hora para decolar por que estava chovendo muito e tinha "trânsito" lá na área dos aviões para decolagem. 

Quando estávamos pousando eu senti uma vontade incontrolável de chorar. Eu estava muito emotiva, não sei se pela TPM ou por tudo que estaria por vir.





Quase pousando. 

Para quem já andou de avião, depois que pousa é só ir atrás das suas malas e vai na fé.
Como eu não tinha conseguido cagar direito em Tarrytown, minha barriga tava que tava... 
Em Seattle o wifi é liberado e aí mandei mensagem pra Hosta perguntando onde ela estava e ela foi me encontrar. Nossa!! Quis sair correndo! Sério! Mas naquele momento não tinha mais volta, ou vai ou vai.

Ela chegou toda acanhada, me deu um abraço e começou a falar. Perguntou do voo, de NYC, perguntou sobre tudo. O que eu entendi e pude responder eu respondi.

Minha doce Seattle ♥ to apaixonada

Fomos para a casa antiga (por que nos mudamos um dia depois) e ela perguntou se eu queria tomar um banho. Ah fia! Queria era cagar mesmo! HAHAHAHAHAHA Depois de finalmente usar o banheiro, tomar um banho, pedir lixo por que precisava jogar meu absorvente fora e colocar uma roupa super confortável, a fofa me faz ir na escola das crianças buscá-las. E lá fomos nós.
Primeiro a mais velha. Ela tem 7 anos quase 8 e foi super receptiva. Falou pra caramba e nos demos bem já de cara. Depois fomos buscar a mais nova. Ela tem 3 anos quase 4 e não foi tão fácil conquistá-la de cara, como a outra.
Ela estava mais acanhada e tals mas depois de meia hora estávamos nós 3 brincando no jardim da casa nova

O hosto estava na casa nova com um amigo ou sei lá (bem gatinho) e me deram Champanhe pra brindar a casa nova, a minha chegada e tudo que estava por vir.
Passei boa parte do tempo brincando com elas, fomos para o terceiro andar brincar lá, quando a mais nova vomitou horrores e chorou horrores. Pronto! Já tava pensando no rematch. Mas deu tudo certo. Aqui estou eu ainda.

Brincando com as pedrinhas hahah

Depois fomos jantar com parentes de algum deles que eu não lembro se era por parte da hosta ou do hosto.
Não entendi nada que a atendente falou e acabei pedindo tudo que eu não comia no Brasil.
( AHHH DETALHE: aqui eu já comi comida indiana, chinesa, tailandesa, italiana, mexicana e outras)
Variedade mil de comidas, porém tudo picante.


No dia seguinte, sábado, estava acontecendo a mudança das casas e a hosta me deu 100 dólares, me deixou com o celular do hosto que tinha internet e me largou lá no Space Needle. 






É lindo demais ver a cidade toda de cima. 






Os primeiros dias foram tranquilos, eu praticamente não trabalhei. Segunda e terça eu bati perna. Na quarta a hosta me ensinou a dirigir o carro automático. A partir de quinta eu já estava indo buscar as meninas na escola. 

No sábado eu tive meu date. Foi uma catástrofe. No início tava tudo lindo, ele pegou na minha mão e andamos o encontro inteiro de mãos dadas. Fomos ao Kerry Park e tivemos uma vista linda. Mas aí do nada ele me vira e fala que precisa ir pra casa ver a cachorra dele que tava sozinha, me deu um selinho e disse que era um beijo. Eu fiquei muito brava, não quis falar com ele o caminho todo de volta pra casa e aí fim do relacionamento que ia super bem a mais de 1 mês. Mas ok. vida que segue.


Kerry Park

Outro lugar que já fui (fui ontem) foi o Green Lake Park. LINDO DE MORRER quero morar lá. Ótimo pra caminhar/correr, passear, fazer piquenique, ter um date, levar as kids... é maravilhoso!

Green Lake Park

Nessas duas semanas que estou aqui posso afirmar com todas as letras que fiz a melhor escolha. Eles são indianos? São. Mas eles não são tradicionais, a comida é picante mas não é fedorenta, eles não são porcos, eles me tratam super mega hiper bem, as meninas são muito flexíveis e muito fácil de lidar. Fim de semana eu to off e os hostos não gostam que elas fiquem no meu quarto ou me pedindo pra fazer alguma coisa. Eu tenho total liberdade para conversar sobre qualquer assunto com a hosta. Tenho privacidade. Eu acertei em cheio na minha escolha. Não me arrependo nenhum minuto sequer de ter dito sim ao "lets finalize" da hosta. 
Me sinto em casa aqui. 
Então meninas e meninos que estão no processo e têm dúvidas sobre família indiana: sigam seu coração. Claro que cada pessoa é uma pessoa, cada família é uma família. Mas eu não tenho NADA pra reclamar sobre eles. Foram as duas melhores semanas que eu passei aqui nos EUA.
Eu li muita coisa ruim a respeito de família indiana, mas muitaaa coisa ruim MESMO! Mas eu gostei tanto do que li no perfil deles e me senti bem fazendo dois skypes com a HM e as kids que ignorei tudo e só tenho recebido amor aqui. 
Procurem sempre por famílias que lhe ofereçam um schedule que é bom pra você e priorize os benefícios e as coisas que você busca em uma família. As minhas eram: fds off e carro. E o que eu ganhei? Ganhei uma família muito boa pra mim.

Não desistam e não vão pela cabeça dos outros. Siga seu feeling!
Boa sorte!

Com amor,
Babi


Como eu falei no post anterior, minha HostFamily só amor pagou o tour para mim e a hosta disse que NYC é um dos lugares que ela mais gosta nos EUA e que era para eu aproveitar muito e que estava ansiosa para me conhecer finalmente na sexta. (isso estava em um bilhetinho e na mensagem dela no whats)

Depois da semana estressante e com perrengues por causa do banheiro, finalmente quinta-feira era o dia de aproveitar NYC apropriadamente.
Tivemos aula de primeiros socorros de manhã e eu sinto que matei os bebês/crianças/adolescentes várias vezes. Mesmo depois de ter pedido para o instrutor da uma olhadinha no que eu estava fazendo e ele ter dito que eu estava indo ok, no fundo do meu coração eu sinto que matei todos!

O trem difícil hahaha 

O ônibus ia sair às 2 p.m porém atrasamos. O transito em NYC é tipo RJ ou SP. Bem chato!
Chegamos atrasados para o tour então meu ônibus (eram 3) não passou pelo Central Park e eu estou muitooooo triste por isso! Queria DEMAIS ter dado umas voltinhas lá.

A primeira parada é onde podemos ver de muitoooooooooo longe a Estátua da Liberdade. 

 A caminho da primeira parada


Vista da primeira parada um pouco a direta da Estátua da Liberdade 

Estão vendo um pontinho no meio da água? Foi o mais perto que cheguei da Estátua da Liberdade

Você fica uns 10 minutinhos parada lá tirando várias selfies e aí corre pro buzão. A tour é bem corrida e estávamos atrasados então pensa, foi mais correria ainda.
Um homem de meia idade entrou e começou a falar sobre onde a Taylor Swift, Beyonce e Kim K. moram. Achei bem nada a ver. Fora que ele só falava de Friends, Gossip Girl e Sexy in the City, como se só tivessem essas séries e filme para reportar NYC. 
Eu até entendo a proporção deles, mas... podia ter falado de outros exemplos.

Paramos para comer numa doceria onde os Cupcakes eram enormes ou você poderia ir comer pizza não sei da onde e cachorro quente não sei de quê. Mas óbvio que quis ir comer os cupcakes haha
A doceria é aquela laranjinha ali. Passamos por um pequeno parque lindinho. 

Levei um esporro daqueles dentro do ônibus por que virei pra trás para falar com um amigo e o cara falou pelo microfone "quem não quer ouvir olhe pra janela e não atrapalhe quem quer saber" ok. não falei mais nada depois disso HAHAHAHa

Éramos para pararmos no Central Park mas não rolou e fomos para o Top of the Rock!
Amazingggggggggg!!!!!!!!!!! Lugar lindo, vista linda.

Primeira parada


Segunda parada


Terceira parada: o topo! lindo demais! mas tava ventando pra caralhooo

Depois disso estamos livres até às 9 p.m 
Saímos do Top of the Rock umas 7 p.m. fomos para a Times Square e foi mais legalzinho curtir a noite do que de manhã/tarde. 
Comemos no McDonalds haha e corremos pelas ruas de NYC pra achar o local que o bus ia estar esperando por nós. 



Cultural Care proporciona momentos assim: alegres e com pessoas maravilhosas. Na foto temos Brasileiros, Italianos e Colombianas. 

Depois dessas fotos corremos pelas ruas como eu falei, achamos que íamos perder mas conseguimos chegar a tempo. Depois disso a gente desce as malas grandes pro saguão e às 6 da manhã tem que tá pronto e saindo pro aeroporto. 
E aí que a ficha começa a cair que você não está de férias, que você não está no Brasil e que você está prestes a ir encontrar com a sua Host Family...

Com amor,
Babi


Como na semana de treinamento não temos tempo nem pra respirar, não pude registrar como foi a minha chegada e estadia em NYC/Tarrytown. 
Minha família se mudou um dia depois que eu cheguei e eu perdi meu adaptador, estou super atrasada com as postagens, mas to cheia de histórias na bagagem!

Aquela famosa foto clichê. 

Essa foto eu tirei uns 30 minutos antes de pousarmos após 9 longas horas de voo. Saí do Galeão no RJ e pousei em John F. Kennedy em NYC. 
Voei pela Latam e o serviço de bordo foi maravilhoso! 

Só tinha eu e a Brenda pela Cultural Care saindo do RJ. Quando chegamos no aeroporto pedi informação para uma moça e disse que nosso visto era J1 (o de au pair) e ela nos encaminhou para um outra fila. Após longos minutos finalmente estávamos conversando com a imigração. A moça da cabine 4 ou 6 não me lembro agora, foi super simpática! Viu que meu aniversário seria no dia seguinte e me desejou feliz aniversário, carimbou meu passaporte e quis gritar "chupa mundo" mas me contive, por que minutos antes eu fui perguntar se eu podia tirar um papel colado atrás do passaporte, mas não soube explicar e enfiei a mão no computador dela, e onde não devia. HAHA 
Já cheguei como? Fazendo merda né. Mas deu tudo certo!

Cegueta que sou, não vi um homem com uma placa imensa escrito "Cultural Care" rosa à minha direita e quis chorar. Já estava desesperada por que naquela pobreza de aeroporto o wifi é grátis apenas por meia hora e eu só descobri isso quando estava indo pra Seattle na sexta-feira. 
Gente, tudo isso aconteceu no dia 01 de maio, nunca segunda-feira.

Como eu a Brenda fomos as últimas a chegar, fomos de carro particular, taxi, uber ou sei lá. Só sei que era um puta de um carrão! Chegamos no treinamento como? Fazendo a ryca.
Mas felicidade de pobre tem hora e data de validade. 
Eu dividi o quarto com 4 meninas e o banheiro com 8!!! Pensem na merda que deu! HAHAH ou a falta dela. 
Foram os piores dias da minha vida! Eu sou muito chata, eu sou muito individualista e gente, as colombianas eram umas porquinhas, uma delas até usou a minha toalha na cara de pau! Fiquei muito puta da vida. 
Cagar? Não consegui. Só na HF mesmo. Dei nem oi e já fui cagar.

A escola de treinamento da Cultural Care é em Tarrytown em um campus universitário. Na hora do breakfast e almoço a gente esbarrava com outros estudantes. Inclusive arrumei um namorado no bar do campus, que sempre encontrava com ele no almoço ou jantar. Mas.. ele nunca soube do nosso namoro. 

Segunda-feira: livre! Os brasileiros são praticamente os primeiros a chegarem. Então dá pra gente escolher qual cama a gente quer. 
Depois de nos acomodarmos e comermos, fomos para NYC. 
A minha família linda comprou o kit completo da CC com blusa, casaco, garrafinha de água, cartão vale presente da Pandora (acho que é isso, depois confiro, é uma doceria sei lá) e Starbucks e o tour por NYC na quinta-feira. 
Fomos para a tão famosa e não tão glamurosa Times Square. 
Fizemos amizade com umas tailandesas super legais e fomos todas juntas. O trem demora cerca de 40mi na ida e sei lá, 20min na volta. Não entendi. 

Terça-feira: aula o dia inteiro e candynic a noite. 
Você vai pro saguão principal, leva seus doces ou não HAHA e come doce de todos os países. Comi uns doces maravilhosos e outros que cuspi fora.  

Quarta-feira: aula o dia todo e aí a noite palestra.

Quinta-feira: de manhã você tem aula de primeiro socorros e a tarde é o tour.

Sexta-feira: partiu família. 


 Nem sei o que é mas quis tirar foto só pra postar no instagram/facebook. (Tarrytown)


Times Square de manhã numa segunda-feira


Foi uma correria danada por que almoçamos tarde, chegamos na estação de trem tarde e tínhamos que voltar às 7h para a pizza party. Não achei nada de glamuroso igual a gente vê nos filmes. Não sei se pelo cansaço da viagem, a correria pra chegar na cidade, mas parece que tudo fez com que a beleza de NYC se apagasse. 
Mas como a minha família pagou o tour eu voltaria pra NYC em 3 dias. 



Foto trada na "escadinha" da TS

 Campus EF

  Campus EF

 Campus EF

O campus é bem bonito. A professora que me deu aula a semana toda foi bem paciente, falava devagar, a turma era bem misturada, fiz amizade com um italiano super engraçadinho haha trocávamos palavras feias em italiano e em português. As atividades são bem dinâmicas, nada muito exagerado, tudo o que você ouve nas palestras da CC você ouve de novo numa sala de aula, então você já está bem familiarizado com os temas. Temos aula de Primeiros Socorros e palestras sobre direção e autodefesa (acho que era isso). Foi uma semana bastante puxada, e o fato de dividir o banheiro com 8 pessoas e o quarto com 4 que eu mal conheço me estressou bastante. Mas a gente faz amizades muito queridas lá, e os dias passam rapidinhos. 

Algumas meninas falam que a semana do treinamento é a melhor, mas na MINHA opinião, não foi. Mas cada um é cada um. Não deixem de aproveitar o campus, as pessoas, as diferentes culturas, o barzinho que tem lá a noite. Tudo é festa no primeiro momento e é muito legal passar por tudo isso.

Com amor,
Babi



@passaporteando


Antes de começar o post, gostaria de informar que criei uma conta no Instagram onde postarei fotos das minhas viagens e quem sabe algumas dicas. Segue lá: @passaporteando. Além de ter criado um Snap tb: eababi


Quinze dias é o que me separa de quem sou hoje e de quem serei ao chegar nos EUA. Duas semanas é o tempo que eu tenho para dar uma boa olhada nas coisas que eu tenho, nas coisas que conquistei e me despedir para deixar tudo para trás, como tem que ser. Eu sempre fui o tipo de pessoa que sempre observei as coisas ao meu redor. Sou uma observadora nata! Mas parece que desde que tive o match, tudo tem sido um pouco diferente. Não curto demonstrações de afeto, então talvez eu sofra calada quando chegar na minha nova casa. 
Desde que me entendo por gente, aos domingos, alguns familiares (quase todos) almoçam na minha casa. E não importa onde seja a casa da minha mãe, sempre será lá. E eu nunca gostei, nunca me importei com isso, não que agora esteja me importando, mas parece que é diferente. Talvez inconscientemente eu esteja me importando, mas parece que estou sumindo aos poucos. 

Sabe quando você está assistindo a um filme ou seriado, e chega naquela parte em que a trilha sonora invade e as pessoas vão sumindo? Eu me sinto como se estivesse sumindo. Mas não estou triste, muito pelo contrário, nunca estive tão ansiosa por esse sumiço. Tenho certeza de que daqui há 3 semanas eu vou estar sentada no meu novo quarto com a minha nova "família" e vou me lembrar dos domingos na minha casa. Me perguntarei se minha vó está inventando alguma coisa ou querendo se mostrar; se o meu sobrinho está falando demais e querendo chamar atenção; se a barriga da minha cunhada está maior do que da última vez que a vi; se a comida da minha mãe queimou ou não... Daqui a duas semanas eu não farei mais parte disso. Essa não será mais a minha rotina. E só de pensar sinto um frio imenso invadir o meu estômago. 

Será que estou preparada? 
Será que ainda dá tempo de desistir?
O que estou fazendo da minha vida?

O medo invade constantemente a minha mente. Ele quer me dominar, mas eu sou mais forte e mais esperta. E mesmo que ele me vença, eu sou teimosa demais para admitir alguma coisa. 
Acredito que seja normal sentir insegurança, afinal, estou indo morar por um ou dois anos com uma família que eu nunca vi na minha vida, nunca país completamente diferente do meu, com uma cultura totalmente diferente. Tudo será diferente daqui pra frente, por isso, a Babi que eu sou hoje não será a que estiver por lá. 

E eu estou muito, mas muito ansiosa por isso! Sinto que serei mais independente, mas forte, e mais focada. E eu preciso disso na minha vida! Eu decidir me tornar Au Pair para tentar me encontrar, tentar entender que caminho eu devo seguir. 
Por isso, se você está dando entrada no seu processo, se você já está online, ou se você ainda está se decidindo, só vai! Não deixa o medo vencer seus sonhos, suas vontades. Ser uma Au Pair é muito mais do que cuidar dos filhos dos outros, é a busca do auto-conhecimento. Você ficará exposta a críticas do lado de lá e do lado daqui. Estará sozinha, sem família para ampará-la. Terá que se virar para entender uma informação vinda de um americano grosseiro que não entende que você é estrangeira e tem um pouco de dificuldade com a comunicação. 

Mas não se desanime, não se engane. A vida não é fácil nem lá e muito menos aqui, na sua zona de conforto. Por isso, se você tiver a chance de poder escolher onde quer vivenciar todos os seus extremos, aceite ir para o mais longe possível. E se não aguentar, não se envergonhe de voltar. 
E nem tudo será tão ruim. Claro que não! Tudo sempre tem dois lados. 
Não deixe seu cérebro te enganar e não pense só nas tragédias. Pensa nas coisas que você vai conquistar, nas viagens que fará, nos momentos que vivenciará e nas memórias que terá daqui a tantos anos.

Não sei se o que estou escrevendo está fazendo sentido. Estou bebendo cerveja e deixando rolar. Já fui ao banheiro umas 3 vezes em menos de 20 minutos, então talvez alguma parte não faça sentido. Mas não tem problema, nem sempre eu gosto quando faz sentido. 

Mas vamos mudar um pouco esse foco.

Tirei todas as minhas roupas do armário há dois dias e hoje tentei socar as que quero levar na mala, mas adivinhem? Parece que vou ter que me desapegar de tudo! Eu olho para as minhas coisas, elas me olham de volta e eu fico com o coração partido de ter que deixar tanta coisa pra trás. Eu sou taurina e taurinos são completamente materialistas. Vai ser difícil selar essa mala!

E preciso dizer que até aplicativo de relacionamento eu já baixei. E adivinhem quem tem um encontro marcando para quando chegar? HAHAHA isso mesmo amores! Não durmo no ponto, não tenho freio e muito menos limite. 
Serão as duas semanas mais longas e mais curtas da minha vida! Meu coração tá na mão de deixar tudo para trás para começar do zero. Mas vamos que vamos! Eu acredito que tudo que a gente vivencia tem um motivo, e se estou passando por isso agora é por que tem uma razão que descobrirei lá na frente.

Manteremos contato!

Com amor,
Babi